(Source: fickle-happiness, via unlovedandloved)

“Pois há menos peixinhos a nadar no mar, do que os beijinhos que darei na sua boca! Dentro dos meus braços, os abraços hão de ser milhões de abraços! Apertado assim, calado assim, abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim! Que é pra acabar com esse negócio de você longe de mim!”

Eu prefiro ser dessas pessoas que se apaixonam várias vezes na vida, que quebram a cara, se iludem, prometem não acreditar em mais ninguém - até se apaixonar de novo perdidamente - do que ser dessas que nunca sentiram o que é amar e se entregar de verdade.

“Ensinam muitas coisas as garotas: “Se um cara lhe machuca, ele gosta de você”, “nunca tente aparar a própria franja”, e ”um dia, vai conhecer um cara incrível e ser feliz para sempre”. Todo filme e toda história implora para esperarmos por isso: A reviravolta no terceiro ato, a declaração de amor inesperada, a exceção à regra. Mas as vezes focamos tanto em achar nosso final feliz que não aprendemos a ler os sinais, a diferenciar entre quem nos quer e quem não nos quer, entre os que vão ficar e os que vão te deixar. E talvez esse final feliz não inclua um cara incrível. Talvez seja você sozinha recolhendo os cacos e recomeçando, ficando livre para algo melhor no futuro.
Talvez o final feliz seja só seguir em frente. Ou talvez o final feliz seja isso: Saber que mesmo com ligações sem retorno e corações partidos, com todos os erros estúpidos e sinais mal interpretados, com toda a vergonha e todo constrangimento, você nunca perdeu a esperança.”